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Brasil - País Tem 30 milhões de
Casos de Doenças Sexualmente Transmissíveis
Estimativas recentemente liberadas pelo Ministério da Saúde
mostram que o Brasil possui cerca de 30 milhões de casos
de doenças sexualmente transmissíveis, sendo que este
número não inclui os casos de AIDS.
Os números liberados pela estimativa do Ministério
da Saúde mostram uma certa polarização do Programa
Nacional de Combate a DST/ AIDS evidenciando que as políticas
adotadas contra a AIDS foram eficazes já que a projeção
para o ano 2000 era de 1 milhão de casos, mas a contaminação
chegou a cifra de 600 mil brasileiros.
Por outro lado de acordo com a estimativa do governo o vírus
HPV atinge cerca de 15 % da população sexualmente
ativa, o herpes 12 % e a sífilis 2,1%, mostrando de forma
clara que faltaram investimentos em ações preventivas
e educativas para o combate às demais moléstias. (Fonte: www.odontoconcursos.com.br)
SUS Passará a Distribuir Mais 38 Remédios
O Ministério da Saúde anunciou recentemente a inclusão
de 38 novos medicamentos à lista de distribuição
do Sistema Único de Saúde. A inclusão dos novos
remédios permitirá ao SUS oferecer remédios
para o tratamento de doenças crônicas como o Mal de
Parkinson, a Osteoporose, a Epilepsia e as Hepatites B e C; além
de incluir o tratamento da dor crônica atendendo às
necessidades de pacientes com câncer.
O aumento do número de remédios se deu graças
à isenção de impostos negociada entre o Governo
Federal e os Estados proporcionando uma economia de R$ 120 milhões,
permitindo que o número de remédios fornecidos pelo
SUS passe de 49 para 87 e conseqüentemente o número
de pacientes atendidos pelo SUS com este serviço salte dos
atuais 109 mil para 384 mil . (Fonte JB em http://www.odontoconcursos.com.br)
Abertas as inscrições do Prêmio de Incentivo
em Ciência e Tecnologia para o SUS
Estão abertas até o dia 18 de outubro as inscrições
para o Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para
o SUS 2002, instituído pelo Ministério da Saúde.
O objetivo do concurso é reconhecer e incentivar os trabalhos
científicos com potencial de aplicação no Sistema
Único de Saúde (SUS), promovendo, dessa forma, o bem-estar,
a qualidade de vida e a redução das desigualdades
na atenção à saúde da população
brasileira.
O concurso é aberto a pesquisadores com trabalhos científicos
que resultaram em teses de doutorado, dissertações
de mestrado e monografias de especialização/ residência,
apresentados e aprovados em programas de pós-graduação
reconhecidos pela Capes, no período de janeiro de 2000 a
agosto de 2002. No caso de teses de doutorado e dissertações
de mestrado serão aceitos trabalhos realizados em universidades
estrangeiras reconhecidas.
O prêmio para o primeiro colocado está estipulado,
de acordo com a categoria, em:
Tese de Doutorado R$ 15.000,00
Dissertação de Mestrado R$ 10.000,00
Monografia de Especialização/Residência R$ 5.000,00
O primeiro colocado em cada categoria será agraciado ainda
com um quadro alusivo ao tema do concurso e um diploma conferido
pelo MS, Unesco e Opas. Além disso, serão concedidos
até cinco diplomas de Menção Honrosa aos melhores
trabalhos classificados em cada categoria.
A análise e julgamento das pesquisas inscritas ocorrerão
no período de 21 de outubro a 06 de novembro, por uma Comissão
Julgadora com representantes da SPS/MS, SAS/MS, Anvisa, Funasa,
Conass, Conasems, CNPq, Capes, Opas, Unesco, Abrasco, ABC e SBPC.
A divulgação dos ganhadores ocorrerá até
20 de novembro de 2002.
Mais informações na página http://portal.saude.gov.br
ou pelo e-mail ciencia@saude.gov.br. (Fonte: www.cnpq.br)
Redução de mortalidade por Aids é menor
entre mulheres
Uma pesquisa realizada por Norma Suely Farias, do departamento de
epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da Universidade
de São Paulo (USP), analisou a mortalidade por Aids no município
de São Paulo entre homens e mulheres adultos, com idades
variando entre 15 a 49 anos. Os 96 distritos administrativos da
cidade de São Paulo foram reagrupados em cinco grandes áreas,
de acordo com o índice de exclusão e inclusão
social. O estudo revela que a queda no coeficiente de mortalidade
(número de óbitos dividido pela população
residente) por Aids é desigual entre os gêneros e áreas
geográficas da cidade. A diminuição da mortalidade
entre 1996 a 1999 foi menor entre as mulheres do que nos homens,
sejam moradores de áreas ricas ou pobres. Comparando as áreas
geográficas, a redução foi menor em áreas
de exclusão social.
A diferença entre o grupo de pacientes homens e mulheres
foi significativa em todas as áreas geográficas. Na
área mais privilegiada (região sudoeste), a queda
da mortalidade por Aids entre homens foi de 60%, enquanto a das
mulheres foi de 53%. Nos distritos mais excluídos (região
extremo leste e extremo sul), a queda da mortalidade entre homens
foi de 50%, contra 46% na população feminina.
A menor queda no coeficiente de mortalidade não é
uma característica apenas das mulheres paulistas. De acordo
com Norma Farias, dados da literatura internacional comprovam essa
tendência. "Em cidades americanas, no Canadá e
na Europa também se percebe isso. A vulnerabilidade feminina
é maior e faz parte de um contexto social. Elas estariam
se cuidando menos, tanto que o uso da terapêutica anti-retroviral
é menor na população feminina", diz a
pesquisadora. Embora a definição das causas para este
tipo de comportamento feminino não tenha sido uma variável
pesquisada, a preocupação das mulheres com a família
e os afazeres domésticos são apontados como fatores
que dificultam o tratamento.
Mesmo com a distribuição gratuita dos medicamentos
anti-Aids e ampla rede de assistência a pessoas vivendo com
HIV, a pesquisa observou que os moradores de áreas mais ricas
morrem menos que os de áreas pobres. Isso pode ser explicado
pelo fato deles aderirem mais ao tratamento e terem melhor acesso
a informações. Na opinião de Norma Farias,
as políticas de saúde, ao tratar da prevenção
e da assistência, devem conter um tratamento diferenciado
de acordo com a realidade de cada área. "As populações
são diferentes e as políticas devem privilegiar essas
diferenças", diz.
A próxima etapa da pesquisa, que analisará dados de
2000 e 2001, terá como objetivo definir a incidência
da doença e a mortalidade, ou seja, observar os números
de casos de Aids e o de óbitos. Isso permitirá traçar
a evolução da doença e das mortes em decorrência
da Aids no município de São Paulo. (Fonte: www.comciencia.br)
Links:
www.odontoconcursos.com.br
- Notícias em odontologia.
www.inca.org.br
- Página do Instituto nacional do Câncer,
contendo linhas de pesquisas, dados epidemiológicos, entre
outros.
www.odontologia.com.br
- Página com assuntos referentes a odontologia,
artigos, entrevistas.
www.funasa.gov.br/pub/GVE/GVE00ID.htm
- Guia de Bolso das Doenças Infecciosas
e Parasitárias.
www.freemedicaljournals.com
- Página com endereço de 101o períódicos
full text de livre acesso, incluído o New England Journal
of Medicine (menos os últimos seis meses) e a Oral Diseases
(de 1997 a 2000).
freebooks4doctors.com
- Livros online full text para consulta.
www.harrisonsonline.com
- Site do livro Harrison de Medicina Interna,
dá direito ao uso gratuito por 10 dias, por e mail cadastrado.
www.periodicos.capes.gov.br
- lista de periódicos assinados pela
capes, Dissertações e Teses.
www.highwire.org
- Oferece free trial de periódicos full
text e abstracts de Jornais cadastrados no Medline por
busca de palavras chaves.
www.bireme.br
- Página da Biblioteca Vistual de Saúde.
www.ibict.br
- Permite a localização de volumes
e números de periódicos, por meio de ISSN, nas bibliotecas
credenciadas ao Medline.
www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi
- Busca de referências do PubMed.
www.cnpq.br
- Site de apoio a Pesquisa.
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